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Archive for julho \28\UTC 2009

Olá pessoal,

Coloquei mais um arquivo na minha página de áudios. Para quem quiser ouvir minha voz e saber as últimas notícias de minha recuperação é só fazer o download acessando o link abaixo:

Dessa vez falo dos avanços na respiração e deglutição.

Para acessar os demais áudios:

Espero que gostem.

Aquele abraço! Namastê.

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Olá pessoal,

Coloquei mais um arquivo na minha página de áudios. Para quem quiser ouvir minha voz e saber as últimas notícias de minha recuperação é só fazer o download do áudio acessando o link abaixo:

Para acessar os demais áudios:

Espero que gostem.

Aquele abraço! Namastê.

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No último post eu disse que quando for desta para melhor quero uma festa, um sarau para celebrar minha vida. Quando minha mãe leu o que escrevi disse:

– Precisa esperar morrer pra fazer essa festa? Não pode fazer antes?

E eu respondi:

– Tem razão, não precisa esperar não.

Vou aceitar a sugestão de minha mãe, farei o sarau o mais breve possível, assim ainda terei a vantagem de também poder participar hehe.

(Mas o pedido do moribundo continua de pé hein!)

Abraços. Namastê.

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Acabo de assistir ao filme “O Jardineiro Fiel” e aos últimos momentos do tributo em memória a Michael Jackson, e não consigo deixar de ver a conexão entre as duas coisas – o que não é de se estranhar, uma vez que tudo no universo está intimamente interligado.

“O Jardineiro Fiel” fala sobre testes de remédios realizados por uma indústria farmacêutica na população de um país africano, sem a menor responsabilidade e respeito a vida, apenas para economizar tempo, milhões em investimentos e sair na frente da concorrência, maximizando assim os lucros. Há, no entanto, um momento em especial no filme muito bonito, em que um dos personagens, ao sentir a aproximação da morte certa, estabelece um diálogo com um ente querido já falecido, e é como se os dois soubessem que um reencontro entre eles estaria na eminência de ocorrer. A beleza destas cenas está na magnitude e entrega que os últimos instantes da vida de uma pessoa podem conter, principalmente quando esta tem consciência de que chegou a hora. Não pude deixar de me emocionar.

Mas a emoção seguiu quando mudei de canal e passei a acompanhar o finalzinho do tributo ao rei do pop. Era cantada a música “We are the World”, que tem Michael como um de seus compositores e foi usada numa campanha em prol da África. Daí a primeira relação entre o filme e a homenagem póstuma ao cantor. Há tanto tempo sabemos dos problemas do continente negro, mas a miséria, a fome e tantas outras mazelas continuam gritantes, o que me faz pensar se a humanidade como um todo tem prestado o devido auxílio aos irmãos africanos. Talvez com a copa de 2010 os olhos do mundo se voltem novamente para essas questões. É muito bom que tenhamos um evento de visibilidade mundial sendo realizado na África do Sul, para que possamos ver o quão maravilhoso e contagiante é o povo africano. Temos que ajudá-los, sim, mas também temos muito a aprender com eles.

A outra relação está na morte do personagem do filme e de Michael Jackson, pois ambas, na minha visão, carregam algo de belo. Nada melhor do que nos despedirmos de Michael num palco, com show, música, espetáculo e milhões de expectadores, pois assim foi sua vida. Todos sabemos das transformações transfigurantes e perturbações do astro, mas, contudo, ele foi apenas mais uma pessoa que lutou pelos seus sonhos, procurou se realizar naquilo que sabia e gostava de fazer e carregou belos sentimentos no coração (basta ver as letras de suas canções). Quem somos nós para julgar Michael Jackson? – ou qualquer semelhante?

Michael nos ensina com sua passagem ao outro mundo que a vida é um espetáculo, e que quando termina deve ser celebrada como tal (lição, aliás, que também aprendi com a passagem de um avô e duas avós). A essa altura, enquanto escrevo esse post, ele já deve ser mais um a brilhar no céu estrelado – não por ter sido o rei do pop, mas simplesmente por ter sido mais um a caminhar por esse lindo planeta azul.

(Quando a minha hora chegar também quero uma bela de uma festa hein, e todo mundo celebrando as coisas boas que vivi e deixei de herança por aqui. Seria bem legal um sarau, com leituras, música, comes, bebes e muita alegria. Já posso até ver, será bem bacana. E é bom atenderem meus desejos de moribundo, senão volto e puxo os pézinhos de todo mundo.)

Que Deus abençoe os que já se foram, os que um dia irão e os que ainda virão!

Beijos, abraços e namastê.

P.S.: estou postando hoje, mas o texto foi escrito ontem, dia 07/07.

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Aqueles dias…

Oi pessoal,

Sabem aqueles dias em que estamos meio desanimados, sem muita vontade de fazer as coisas? Tenho estado assim ultimamente – se bem que para quem anda sem vontade até que fui bem produtivo nessa semana. Acho que tenho me perturbado com algumas cobranças e pensamentos bobos e que estou num momento mais introspectivo (de tempos em tempos tenho momentos assim). Normal, isso não é privilégio meu. Mas parece que tudo fica pior se tentamos ir contra esse sentimento que as vezes toma conta da gente – pelo menos é o que minha experiência me mostra. É melhor aceitar, e deixar o desânimo, a moleza, a preguiça (ou o nome que preferirem dar) fluir, pois depois que damos vazão a “nhaca” ela se vai.

Acho importante nos respeitarmos quando nos vemos nessa situação, ao invés de nos rebelarmos por nos vermos assim, uns chatinhos sem graça. O lance é curtir um pouco da chatice instalada e deixar que as baterias se recarreguem por conta própria.

Penso que a presença desse estado emocional/psicológico incomodo pode ser sinal de que precisamos desacelerar, em algum ponto ou aspecto de nossas vidas, para voltarmos a um maior equilíbrio – quem costuma acelerar muito é a mente, já repararam? E vai desacelerar a bichina, vai.

Agora quero saber: como é com vocês quando bate essa “nhaca”? Quais são suas estratégias pra sair dela? Ou pra que ela saia de vocês?

Compartilhem conosco suas experiências.

(Não sei se perceberam, mas este post é uma espécie de desabafo hehe)

Beijos, abraços e uma ótima semana a todos (e sem “nhaca” né? Por favor!). Namastê.

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